Saúde
Gestão financeira para clínicas e consultórios
Faturamento alto não é a mesma coisa que resultado. A Gestão Prates organiza o financeiro de clínicas com quem passou vinte anos dentro de operações de saúde.
O ponto de partida
Sua clínica fatura bem. E o dinheiro não aparece.
O problema que o empresário traz quase nunca é o problema da empresa. Ele acha que precisa vender mais, quando está perdendo margem. Acha que falta dinheiro, quando as retiradas não cabem na operação. Acha que o financeiro está em dia porque as contas estão sendo pagas, mas não existe conciliação, fluxo de caixa nem previsibilidade.
Encontrar onde está o gargalo é a primeira parte do trabalho.
A operação
Clínica não é uma empresa comum de jaleco
A conta de uma clínica tem variáveis que a maioria dos negócios não tem — e cada uma delas é um lugar por onde margem sai sem ninguém ver.
- Repasses médicos
- Materiais e medicamentos
- Equipamentos de alto custo
- Sublocação de salas
- Comissões
- Estoque
- Adquirentes e antecipações
- Múltiplos CNPJs
- Regime tributário
- Conciliação entre venda, operadora e banco
Quem conduz
Vinte anos dentro da operação
Luciana Prates é economista, com pós-graduação em Gestão Hospitalar e formação em Gestão da Qualidade. Boa parte da sua formação profissional aconteceu na gestão hospitalar, em áreas como faturamento, financeiro, contas a pagar e a receber, tesouraria e compras — e na liderança de equipes de mais de duzentos profissionais, incluindo áreas assistenciais e de apoio.
Participou de três ciclos consecutivos de acreditação hospitalar, um processo que exige padronizar rotinas, definir responsabilidades e sustentar protocolos ao longo do tempo.
É essa origem que explica o método: nenhuma área funciona sozinha. Financeiro, operação, pessoas, compras e faturamento são o mesmo sistema.
O caminho
Do gargalo à decisão
- 01DiagnósticoEntramos na operação e encontramos o gargalo — que raramente é o que foi apresentado.
- 02ConciliaçãoVenda, adquirente e banco passam a bater. Sem isso, nenhum relatório é confiável.
- 03EstruturaProcessos, responsabilidades e rotinas que impedem o problema de voltar.
- 04Informação gerencialResultado por procedimento, margem, caixa projetado e cenários.
- 05DecisãoO financeiro deixa de explicar o passado e passa a sustentar a próxima escolha.
Na prática
O que costuma aparecer na primeira reunião
Três situações reais, sem identificação das empresas.
Vendas no cartão que nunca chegaram
Ainda no levantamento inicial apareceram vendas no cartão que não haviam sido recebidas, e cuja falta ninguém tinha percebido. O problema não era aquele valor: era a ausência de conciliação entre venda, adquirente e banco.
Informação espalhada em frentes demais
Mais de um CNPJ, várias contas, cartões e controles paralelos, com divergências entre extrato e controle interno. O trabalho foi reconstruir e centralizar a informação até ela virar base de decisão.
Caixa e competência lidos ao mesmo tempo
Passar a ler o negócio pelas duas óticas mostrou o desempenho real dos tratamentos. Com margem de contribuição e estrutura de pessoal na mesa, deu para projetar cenários de crescimento antes de contratar.
Encaixe
Para quem esse trabalho é
- Clínicas e consultórios que faturam bem e não sabem onde está o resultado
- Operações com repasses, sublocação, estoque ou equipamentos de alto custo
- Clínicas que cresceram e cuja estrutura administrativa não acompanhou
- Empresas em processo de mudança de regime tributário
Se a sua clínica ainda não tem volume para sustentar uma estrutura financeira própria, a gente diz isso na primeira conversa.
Conteúdo
Para ler antes de conversar
Publicamos com frequência sobre a realidade financeira de clínicas: conciliação, rentabilidade por procedimento, formação de preços, fluxo de caixa e crescimento sustentável.
A primeira conversa é um diagnóstico, não uma proposta
Entender como a sua clínica funciona hoje é o que define se e como podemos ajudar.
